Paraná estuda adotar modelo híbrido de trabalho em caráter permanente

Por Isabella Peroni, Do }G7 Informe

24/06/2021 | 8h

O estado do Paraná foi mais um que durante a pandemia, precisou se reinventar.
Seus trabalhadores precisaram a passar atuar de casa, nas fases mais agudas da pandemia.
Hoje, 5900 deles ainda seguem no trabalho remoto, dos atuais 75 mil servidores ativos que o estado tem.
O governo estadual viu, nesse modelo uma necessidade de mudança permanente e de melhores resultados.
Além de diminuir gastos de maneira considerável sem necessidade de deslocamentos e viagens, o estado economizou milhões em recursos e horas de tempo.
Um processo de licitação por exemplo, leva em média 50% menos tempo para ser concluso, se for feito totalmente digital.
Outros serviços, especialmente aqueles que atendem ao cidadão, são realizados de maneira mais rápida e satisfatória se Online.

O estado já discute internamente a adoção de um modelo híbrido para o pós pandemia.
Trabalhadores trabalhariam parte de suas casas, parte das repartições públicas.
Dependeria tudo do que fosse a função do servidor, e do que já estivesse pronto para ser digital.
O estado destaca que teve de dar um importante saldo nesses quase 15 meses de pandemia.
Elaborando no período, sistemas e soluções que talvez levassem décadas para serem implantadas.

Não é apenas o Paraná que pensa nesse novo modelo de trabalho, que já se mostrou eficaz.
O governo federal brasileiro tem cada vez mais optado pelos serviços digitais, como ferramenta de tirar um pouco a burocracia das coisas e de descentralizar poderes nas mãos
de repartições.
Hoje por exemplo, 90% dos serviços INSS são feitos via digital.

Em São Paulo, o teletrabalho também tem ganhado força no período pandemia.
Especialmente o ensino remoto que cada dia fica melhor e mais dinâmico.