População adulta de SP será vacinada até outubro, diz governador

Por Guilherme Kalel e Lívia Tomazelli, Do G7 Informe

02/06/2021 | 16h58

O governador de São Paulo, João Doria, disse nesta quarta-feira, que até 31 de outubro, toda população adulta do estado estará vacinada,
ao menos com a 1ª dose, contra a Covid-19.
Um plano contendo as idades para essa vacinação foi divulgado hoje, com base na confiança do governo estadual com o que prometeu o Ministério da Saúde de doses de vacinas.
O estado conta com vacinas enviadas ao governo da Astrazeneca e Pfizer, já adquiridas para imunizar os brasileiros.
O Instituto Butantan, também deve produzir mais doses da Coronavac, inicialmente aplicada pelo governo paulista nas pessoas.

A aplicação nas pessoas com idade menor de 60 anos, começa oficialmente em 20 de julho.
Até lá, seguem sendo vacinados pessoas com comorbidades, idosos acima dos 60 anos e trabalhadores com prioridades estabelecidas.
A partir de 20 de julho pessoas entre 55 e 59 anos começam a receber a vacina.
Depois, a idade vai diminuindo gradativamente até que pessoas com 18 anos possam ser vacinadas.

Ainda não existem estudos comprovados cientificamente com eficácia de vacina para adolescentes ou crianças menores de 18 anos.
Por isso esse público não deve ser alvo da vacinação nesse momento.
Mas para o ano que vem, não está descartado que essas pessoas passem a fazer parte do programa de imunização.
A meta é vacinar os adultos agora, para que no ano que vem, as campanhas se concentrem nos mais jovens.
Até lá, é importante seguir rigidamente o protocolo de distanciamento social, estabelecido pelo governo paulista, destaca Doria.
Que fez um apelo as pessoas pelo feriado de 3 de junho, para que não se aglomerem, para que não frequentem a praia, ou que passem o feriado prolongado em sítios, ranchos ou
chácaras em grande quantidade de pessoas.

São Paulo tem, 3,3 milhões de pessoas infectadas com a Covid-19.
112 mil pessoas perderam suas vidas no estado por conta da Covid, e com isso os índices mostram que o estado é o que mais tem casos e mortes da doença no Brasil.