Franca entra em Lockdown a partir de hoje e até 10 de junho

Publicado em: 27/05/2021 | 6h

Guilherme Kalel e Mariana Maritan, Do G7 Informe

A cidade de Franca entrou em fase de Lockdown, o regime mais rígido da quarentena, nesta quinta-feira, 27.
De acordo com o decreto do Prefeito Municipal Alexandre Ferreira, o Lockdown deve durar até o dia 10 de junho.
A medida foi adotada para tentar frear o avanço da pandemia de Covid-19 na cidade.
E foi anunciada previamente na segunda-feira, 24 de maio, pelo Prefeito.
Ferreira trabalhou ao longo daquele dia em muitas reuniões com diferentes classes da sociedade, para chegar a um consenso.
Apesar das principais lideranças da Associação do Comércio de Franca, e do sindicato dos calçados, além de vereadores e autoridades apoiarem o prefeito,
parte da população francana se mostrou indignada com o decreto.
A revolta está, porque muita gente terá que parar de trabalhar e de receber nesses dias.
Mas, nesse momento esta era a única saída para a cidade porque a saúde se sobrepôs a economia, explicou o Prefeito na terça-feira, 25.

Pelo decreto municipal, a cidade deve permanecer fechada e as pessoas em suas casas.
Farmácias e postos de combustíveis, podem abrir, mas não as lojas de conveniência.
Bebida alcoólica não pode ser vendida no período do Lockdown.
Supermercados, lojas que atendem animais e outros estabelecimentos alimentícios podem funcionar, mas com as portas fechadas.
Apenas no sistema de Delivery, indo entregar na casa das pessoas.
Ninguém deve ir aos locais para fazer retiradas ou qualquer tipo de compra.

Salões, barbearias, bares, academias, escolas, igrejas, todo o resto estará fechado.
Inclusive as lojas e os shoppings.
A medida espera fazer com que, o contágio de pacientes com a doença caía na cidade.
É preciso que haja planejamento e foco, especialmente da população que tem de ter consciência da gravidade da situação.
Na publicação desta reportagem, haviam no Pronto Socorro Municipal, mais de 40 pessoas que esperavam por um leito de internação num hospital.
Um leito que não tem, porque todos estão lotados de pacientes.